Hoje lembro com carinho de todos os irmãos do sacerdócio que dedicaram suas vidas na Irmandade Franciscana. Desejo a todos a paz!
Quão doce é poder ver na figura da mãe de Jesus Cristo a nossa mãe também.
Como membros da Ordem dos Frades Menores somos filhos de um mesmo pai pequenino aqui na terra, o frei Francisco.
Aquele mesmo que via a vida de uma forma diferente. Apesar de ter um sentido de justiça e equidade que até hoje a muitos espanta e assombra.
Fazer a vontade do Pai-Deus. Esta foi a missão do nosso Pai-Francisco.
E qual será a nossa missão como religiosos, filhos deste mesmo Pai para que sua Vontade seja feita?
Um pai com coração de mãe, assim foi o Pobrezinho de Assis.
Não precisa muito para ser um frade, nem tanto mais para ser cristão. Basta amar e seguir a vontade do Pai.
Mas, ah! Quantos se perdem no caminho à procura de facilidades terrenas!
Casar com a pobreza foi um caminho para demonstrar a todos que há algo mais. Existe a vida no espírito e que a cada vivência terena o ser manifesta seus dons , e o que precisa melhorar.
Francisco destelhou o edifício de nosso orgulho. Desfez o cesto de nosso egoísmo, desnudou a nossa ignorância e cobriu a vergonha da opulência com seu exemplo magnífico.
“- Olhai os lírios dos campos”…, dizia o Mestre Nazareno.
E nós, o que estamos a olhar para cima, para o céu?
Há muita coisa a se modificar no âmago de si mesmo.
Há muito a fazer pelo bem da nossa Nação, Pátria do Evangelho!
Ontem, fomos coração do mundo. Demonstramos como é doce a vitória bem vivida, assumindo o que se é. ( Jogo do Brasil e Alemanha no Maracanã)
Somos estes seres sonhadores como bem cantamos nestes dias. ( de Olimpíadas)
Brasil: um sonho intenso, um raio vívido de amor e de esperança à Terra desce.
A vitória sobre a morte já está conquistada pelo Cristo. Agora, é sermos os exemplos vívidos do Amor de Deus -Pai.
Helder Camara